segunda-feira, 25 de março de 2013

Desafios do setor hoteleiro


por Erasmo Marcos Ramos

Um fenômeno que chama atenção em Maringá são os indicativos hoteleiros. Justamente a preocupação com os números gera grande controvérsia, pois hotéis diferentes possuem taxas distintas de ocupação. O setor reflete uma grande dinâmica, ou mesmo uma pequena “turbulência”.

De um lado, fala-se de grandes oportunidades para a hotelaria, de crescimento sem precedentes e dos novos e magníficos hotéis já inaugurados, do outro lado, hotéis pequenos findam suas atividades, o custo operacional hoteleiro adquire proporções alarmantes, a carga tributária é uma das maiores do mundo, hotéis familiares buscam desesperadamente parcerias e formas de inovar para diminuir custos e viabilizar sua existência. Este fenômeno antagônico demonstra que o setor hoteleiro tem a capacidade de refletir – exemplarmente - uma pluralidade de situações.

A concorrência no setor mudou o perfil clássico dos hotéis maringaenses. Neste universo dinâmico nem sempre existe consenso, mas em um tópico todos são unânimes. O grande ganhador desta nova realidade é o próprio hóspede, que possui hoje em Maringá excelentes e inúmeras opções para se hospedar. Com um setor hoteleiro tão diversificado, competente, representativo e organizado, Maringá adquire condições de sediar eventos de grande porte e, possivelmente, estará se destacando internacionalmente como centro de treinamento durante a Copa do Mundo de 2014.

O mercado de Maringá, como todo o mercado brasileiro, tem capacidade de crescimento, mas para que não haja risco de saturação, é necessário atrair constantemente grandes eventos e assegurar o crescimento da cidade. Maringá perde para muitas cidades por não termos Centro de Eventos, o que se torna um dos maiores problemas que a rede hoteleira enfrenta.

Diversificação, investimentos e união de forças são as palavras chaves para garantir o futuro do ramo hoteleiro. Poucos setores são tão importantes para o futuro de uma cidade como o turismo de negócios. O setor é tão essencial que chega a ser considerado como “infraestrutura”. Se os investimentos no setor hoteleiro forem somados aos investimentos públicos na Cidade Canção, estes podem juntos transformar a cidade em um pólo - ainda mais representativo - para o turismo, eventos e negócios.

Publicado originalmente em Maringá Turística

quinta-feira, 21 de março de 2013

Quando ser diferente é (mais do que) normal


Vinte e um de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down. Para lembrar a data, apresentamos o recente filme "Colegas", em que três amigos apaixonados por cinema decidem partir em busca de aventuras para realizar os sonhos de cada um. O filme tinha tudo para ser um “road movie” como dezenas de outros, não fosse um detalhe: os personagens principais têm síndrome de Down. Mas, apesar desse aspecto ser o diferencial do filme, o fato de eles serem “diferentes” não tem um grande impacto na história, que se sustenta sozinha.

Stalone (Ariel Goldenberg), Ana (Rita Pokk) e Márcio (Breno Viola) vivem em um instituto para jovens com síndrome de Down. Os três trabalham na videoteca do local e adoram filmes. Um dia, inspirados pelo longa-metragem “Thelma & Louise”, eles fogem no antigo carro do jardineiro (Lima Duarte) e decidem realizar seus maiores desejos.

O que Márcio mais quer é voar, pois acredita que seus pais, que morreram, moram na lua. Aninha quer se casar, porque seus pais prometeram que a visitariam em sua festa de casamento. Já Stalone quer ver o mar pela primeira vez. Ele jura que sua mãe fugiu e foi morar em Atlântida, o lendário reino submerso no oceano.

No caminho, os três encontram várias pessoas que os discriminam, mas nada os intimida na busca por seus objetivos. “O filme mostra que nós somos pessoas normais. Isso ajuda a diminuir o preconceito que sofremos todos os dias”, conta o protagonista Ariel, que tem várias peças de teatro e trabalhos na TV no seu currículo de ator.
Já Rita, que almeja um casório no filme, teve um casamento dos sonhos na vida real, com o colega de elenco Ariel. “Estamos juntos há dez anos. Foram três anos de namoro e nos casamos em uma festa linda. Todos se emocionaram”, explica a atriz, que agora  espera consolidar sua carreira. “Quero ser atriz e trabalhar no cinema para sempre”, conta ela.
Já o desejo de Breno é diferente. Com a agenda lotada dos compromissos – ele é faixa preta em judô e coordenador de conteúdo acessível do Instituto  Movimento Down – Breno quer relaxar. “Queria estar em uma praia deserta cheia de mulheres bonitas”, brinca ele, que tem fama de pegador, assim como seu personagem.

O diretor Marcelo Galvão conta que decidiu escrever o roteiro em homenagem a um tio dele, Márcio, que era portador da síndrome de Down. “Fui criado com ele e sempre admirei sua capacidade de acreditar nos sonhos. Ele via tudo com um olhar lúdico, eu me identificava muito com ele”, conta Marcelo. Márcio morreu aos 50 anos, no ano passado, quando o longa-metragem estava em processo de filmagem.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Hotel Internacional gosta de cinema: Vem aí Tony Ramos como Getúlio Vargas

Tony Ramos vai dar vida a Getúlio Vargas, ex-presidente do Brasil entre 1951 e 1954, no filme "Os Últimos Dias de Getúlio". O cineasta João Jardim, que dirigiu os documentários "Janela da Alma" (2001) e "Pro Dia Nascer Feliz" (2006), começará as gravações em junho deste ano.

"Os Últimos Dias de Getúlio" vai abordar a intimidade dos últimos 19 dias da vida do presidente.  Drica Moraes será Alzira Vargas, filha do presidente e braço direito dele, que tenta a todo custo salvar a vida do pai. Atualmente, Tony e Drica trabalham no remake da novela "Guerra dos Sexos", na Rede Globo.

O filme percorre o período em que Getúlio ficou isolado no Palácio do Catete, enquanto seus opositores o acusavam de ser o mandante do atentado contra o jornalista Carlos Lacerda.

Getúlio Vargas cometeu suicidou no dia 24 de agosto de 1954 com um tiro no coração, em seu quarto, no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Qual é a melhor opção em gastronomia de Maringá?

Nós temos a resposta: é aqui, no Hotel Internacional.

É seguindo esse conceito que, a partir de hoje, começa a veiculação em mídias sociais da nova campanha para promover os tradicionais jantares servidos no Hotel. Conheça os dois primeiros materiais já divulgados:



Já sabe qual é a melhor opção?

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

бефстроганов, любовь моя*

Strogonoff, meu amor*

Estranhou o título acima? Acalme-se, nós explicamos: aquela fusão de sinais desconhecidos é, na verdade, a expressão "Strogonoff, meu amor" em russo. Escolhemos o russo para declarar nosso amor pelo prato, afinal o maior país do mundo é a terra natal de um dos sucessos gastronômicos do Hotel Internacional.

Uma versão primitiva do prato é consumida desde o século 19, quando a sociedade russa devorava cubos de carne acompanhados de um molho à base de creme de leite. A mistura ganhou popularidade graças a praticidade de preparo e, sobretudo, ao sabor (afinal, quem imaginaria que a mistura de carne e leite daria coisa boa?).

A partir daí, foi só sucesso: o strogonoff ganhou o continente europeu e, posteriormente, todo o mundo. Variações na receita são comuns, afinal o preparo do prato deve se adaptar à cada região. Versões da Austrália e dos Estados Unidos levam bacon em seu preparo, na Suécia a carne preferida é a linguiça, enquanto a tradicional versão russa é servida acompanhada de batatas cozidas.

No Hotel Internacional, a versão servida é a brasileira mesmo, acompanhada de arroz branco e batata palha. Venha experimentar!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


"Happy hour (em português: hora feliz) é o nome dado à comemoração informal feita, geralmente por colegas de estudo e trabalho, após a execução de alguma tarefa ou ao fim de um expediente. Tais comemorações são comuns em várias partes do mundo e em grandes cidades no Brasil.

Em geral, os pontos de encontro são bares e restaurantes, sendo comum o consumo de petiscos e bebidas alcoólicas (notadamente, a cerveja). Em certos casos, o estabelecimento comercial oferece música ao vivo, criando um ambiente bem aconchegante para os encontros.

Alguns estabelecimentos oferecem promoções com descontos para o consumo de bebidas alcoólicas e/ou outros alimentos, no horário correspondente ao final do expediente."

WIKIPÉDIA - Sobre o happy hour.

Venha para o Hotel Internacional e seja feliz! De terça à domingo, a partir das 15h.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Hotel Internacional gosta de cinema: Globo de Ouro 2013


Sem surpresas, a 70ª cerimônia de entrega do Globo de Ouro coroou o musical "Os Miseráveis", dirigido por Tom Hooper, e a série de TV "Homeland". As duas produções foram os grandes vencedores na noite deste domingo (13), com três estatuetas cada. Já a superprodução "Lincoln", de Steven Spielberg, só recebeu apenas um prêmio -- pela atuação de Daniel Day-Lewis como o presidente Abraham Lincoln -- dos sete que disputou. A minissérie "Virada no Jogo" também arrematou três estatuetas.

O principal prêmio da noite, a escolha do melhor filme dramático, ficou com a história baseada em fatos reais de "Argo". O drama do resgate de seis diplomatas norte-americanos presos na embaixada canadense no Irã pós-revolução de 1979 desbancou "Lincoln", longa que era apontado como favorito na noite.

A vitória de "Argo" foi uma surpresa isolada em meio ao anúncio de prêmios já aguardados. Além de Daniel Day-Lewis, a categoria de drama em cinema também reservou um prêmio para Jessica Chastain, que interpretou uma agente da CIA envolvida na caçada norte-americana a Osama Bin Laden -- a história foi retratada no longa "A Hora Mais Escura", de Kathryn Bigelow. Ela desbancou as atrizes Marion Cottilard ("Ferrugem e Osso"), Helen Mirren ("Hitchcock"), Naomi Watts ("O Impossível") e Rachel Weisz ("The Deep Blue Sea").

O cineasta Quentin Tarantino celebra a estatueta ganha pelo filme "Django"